segunda-feira, 13 de março de 2017

O Coelhinho que Não Era de Páscoa

Uma das ideias de trabalho é utilizar um livro com uma bela história para o início ou final das atividades de Páscoa e a nossa sugestão é o livro O Coelhinho que Não Era de Páscoa, da famosa autora infantil Ruth Rocha.

Vivinho é um coelho normal: Tem muitos irmãos e uma família legal. E o que ele vai ser quando crescer? Coelho de páscoa, só pode ser! Mas vivinho quer outra profissão. Será que os pais vão aceitar sua decisão?
As histórias da SÉRIE VOU TE CONTAR! foram escritas pela Ruth Rocha durante os anos de 1969 a 1981 em várias revistas para crianças que ela dirigiu, publicações que faziam um grande sucesso entre os pequenos. São histórias que mostram situações e personagens que valorizam a independência de pensamento e a ousadia: um coelhinho que não queria ser coelho de Páscoa e escolhe outra profissão, um menino fazendeiro que se torna amigo de um menino escravo, um macaco e um porco que são companheiros de aventuras e saem pelo mundo ajudando as pessoas… e muitas outras coisas mirabolantes, que a gente lê, relê e sempre dão muito que pensar!






Livro: O Coelhinho Que Não Era de Páscoa
Autora: Ruth Rocha
Saraiva [Clique aqui para comprar]


Datas comemorativas do mês de Março


Abaixo você encontra todas as datas comemorativas do mês de Março, assim você pode se programar e planejar todas as suas aulas do mês.

02 · Dia Nacional do Turismo
02 . Dia da Oração
03 · Dia do Meteorologista
05 · Dia do Filatelista Brasileiro
07 · Dia do Fuzileiros Navais
08 · Dia Internacional da Mulher
08 · Dia da criação da Casa da Moeda do Brasil
10 · Dia do Telefone
10 . Dia do Sogro
12 . Aniversário de Recife (470 anos) e Olinda (472 anos)
12 · Dia do Bibliotecário – Como Montar a biblioteca
14 · Dia do Vendedor de Livros
14 · Dia Nacional da Poesia
14 · Dia dos Animais
15 · Dia da Escola
15 · Dia Mundial do Consumidor
19 · Dia de São José
19 · Dia do Carpinteiro
19 · Dia do Marceneiro
20 . Dia do contador de Histórias
21 · Dia Universal do Teatro
21 · Dia Internacional Contra a Discriminação Racial
21 . Dia Universal do Teatro
21 . Dia internacional da síndrome de down.
22 . Dia Mundial da Água
23 · Dia Mundial da Meteorologia
26 · Dia do Cacau
27 · Dia do Circo
28 · Dia do Diagramador
28 · Dia do Revisor
30 . Dia Mundial da Juventude
31 · Dia da Integração Nacional
31 · Dia da Saúde e Nutrição
31 . Aniversário do Golpe Militar – 1964

Dia Mundial da Água – 22 de Março

A água e um recurso fundamental pra a sobrevivência humana e também de todos os seres vivos. Por isso celebrar a data é muito importante, lembrando que temos que preservar e cuidar de toda a água de nosso planeta.



Começar a ensinar a importância da água desde à educação infantil garantirá adultos mais conscientes sobre o uso correto da água, evitando a poluição e seu desperdício.

A Data – 22 de março

O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU – Organização das Nações Unidas no dia 22 de março de 1992, criando um documento que é conhecido como Declaração Universal dos Direitos da Água.







Pode até parecer redundante falar sobre a preservação da água, pois ela é tão comum e presente em nossos dias que acabamos achando que é um recurso que estará sempre disponível quando viramos a torneira, mas a realidade não é tão simples assim.
Com as mudanças climáticas decorrentes da constante poluição do planeta, estão ocorrendo diversas alterações em nosso planeta, que afetam os ciclos da água e consequentemente desabastecem os reservatórios de águas. A cada ano temos mais e mais problemas com falta de água e logo teremos que racionar o seu uso, caso não seja preservada.
Além disso, as margens dos rios e suas nascentes estão sendo destruídas, mesmo com regras e leis ambientais, então se nada for realmente feito para proteger nossa água, ela fatalmente se acabará.
O Brasil conta com uma boa reserva de água doce em seu subterrâneo, chamado aquífero Guarani, que no futuro, com certeza será alvo de disputa caso a situação da água em nosso planeta não seja revertida. Estima-se que essa reserva de água armazena cerca de 45 mil km³, porém essa reserva é compartilhada com outros países da América do Sul.

Então como nós professores do ensino infantil podemos ensinar sobre preservação da água e garantir que o que foi ensinado vai ser feito pelas crianças?






sexta-feira, 3 de março de 2017

Atividades dia 8 de Março dia da Mulher

Língua Portuguesa

Maria Maria  (Milton Nascimento)

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta

Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que rí
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida....
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida

Ah!
Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah!
Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Interpretação
A música Maria Maria relata a vida de uma mulher trabalhadora e guerreira, que tem ideais mas que no entanto tem suas dificuldades ,e mesmo assim sabe levar a vida ,é uma mulher com gana,manha, graça e tem fé na vida para alcançar seus desejos, sonhos e objetivos .
Sendo o nome “Maria” um nome popular brasileiro se entende que o auto ou citar na musica “Maria, Maria É o som, é a cor, é o suor “ ele se refere a todas as mulheres brasileiras trabalhadoras, guerreiras.
Portando a musica de Maria Maira de Milton nascimento relata a vida de uma mulher brasileira com dificuldades, mas que nunca deixa de batalhar no seu dia a dia pelos seus ideais.


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

sábado, 7 de janeiro de 2017

Mudar...


Aldeia

Porque precisamos de uma Aldeia inteira para cuidar de uma criança. 
Vamos aderir à campanha? 
No Sul do país isso já acontece também! Vale na praia, no shopping, nas ruas...#menoscriancasperdidas #palmasnaspraias#solidariedade #uniao #aldeiainteira


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Motrocidade Grossa




Dicas de Atividades Coordenação Motora Grossa - Jogos Olímpicos


A MOTRICIDADE GROSSA E A MOTRICIDADE FINA

A psicomotricidade abrande duas grandes áreas: a motricidade grossa e a motricidade fina.

MOTRICIDADE GROSSA

  • A motricidade grossa relaciona-se com o controlo corporal no seu todo: postura, equilíbrio estático e dinâmico, deslocamentos e balanços.

MOTRICIDADE FINA

  • A motricidade fina relaciona-se com os movimentos que exigem maior precisão: coordenação olho-mão e destreza para manipular um objeto. É a maneira como usamos os nossos braços, mãos e dedos de forma precisa, de acordo com a exigência da atividade.

 O desenvolvimento psicomotor é fundamental para o desenvolvimento e crescimento do bebé e da criança. Nos primeiros anos de vida, grande parte da informação é obtida através das experiências que temos com o nosso próprio corpo.
Através do movimento, dos estímulos e da interação com os objetos, com os outros e com o meio, a criança descobre, interpreta e compreende o mundo, ao mesmo tempo que desenvolve as suas capacidades motoras, cognitivas, emocionais e sociais.
As rotinas, a partilha de espaço e de brinquedos, a possibilidade de avaliar e tomar decisões, o faz de conta ajudam a criança a crescer de forma estruturada, divertida e confiante.
As pequenas brincadeiras/atividades entre pais e filhos, num ambiente descontraído e sem pressão, ajudam a criança a crescer num ambiente divertido e a promover a relação de confiança na família.
O desenvolvimento da motricidade fina é essencial para a interação da criança com o meio e acontece quando a criança se relaciona com objetos e usa ferramentas, por exemplo nas atividades da vida diária.
A brincar ou nas pequenas tarefas diárias, como a alimentação ou banho, por exemplo, pode trabalhar pequenas competências com o seu filho como pegar numa colher, num copo, atirar água para um ponto específico, agarrar pequenos objetos com os dedos, tocar e agarrar determinadas partes do corpo, balançar o corpo,…

Motricidade Fina


Sugestão de Atividades







Não é só com os lápis ou as tesouras que fazemos exercícios de motricidade fina: desta vez, através de colagem de figuras muito pequenas em forma ...

Atividade de coordenação utilizando a pinça

As atividades de motricidade estimulam as crianças a realizar atividades que envolvam movimentos da musculatura da mão, para adquirir habilidade para melhor preensão do lápis, canetas, realizar desenhos e pinturas utilizando diversas

Exercício de motricidade fina usando pinça.

Para aprender a atar os sapatinhos pode-se começar assim! Um auxiliar no desenvolvimento da motricidade fina.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

A Motricidade na Educação Infantil

A motricidade se desenvolve naturalmente durante toda a primeira infância: a motricidade ampla, quando a criança corre, pula ou se equilibra, por exemplo; a motricidade fina ao amarrar os cadarços ou segurar os talheres para se alimentar sozinha. Porém, há infinitas opções de atividades para que pais e educadores incentivem ainda mais essas competências.

E se engana quem acredita que elas requerem um grande investimento – hoje, selecionamos apenas brincadeiras feitas com materiais comuns, que todos devem ter em casa (ou no pátio da escola).


Saco Sensorial








Só o que é preciso para essa at
ividade é um saco plástico grande e bastante gel de cabelo. Outros pequenos objetos podem ser adicionados para tornar o toque ainda mais interessante: estrelinhas metálicas, compradas na papelaria, e bolinhas de gel. Lantejoulas, bichinhos de borracha, botões, glitter para a criança manusear e explorar o saquinho uma sensação tátil com as mãos e dedinhos.
A dica é colar as extremidades do saco plástico no chão com fita crepe ou dupla face, para que as crianças possam engatinhar ou andar sobre ele com mais segurança. Também é possível usar várias sacolas menores, contendo texturas diferentes (areia, terra, gelatina) para que elas possam comparar uma à outra.


Idade indicada:
  • A partir dos 9 meses, sempre com a supervisão de um adulto.
Cuidados:
  • É necessário que o plástico seja grosso, para não ser perfurado durante a exploração – caso isso aconteça, o melhor é interromper a brincadeira para que nenhuma criança engula as peças;
  • Dê preferência ao gel inodoro ou com perfume suave, especialmente se preparar a atividade para bebês.

Cortina sensorial com garrafas


Nesta brincadeira, garrafinhas cheias dos mais diversos materiais são penduradas formando uma cortina para que as crianças explorem diferentes texturas, pesos e temperaturas. Na foto, foram 50 combinações diferentes, dentre elas:
  • Garrafas leves, com penas, isopor, papel e folhas;
  • Garrafas pesadas, com areia, pedrinhas, farinha, água ou gel;
  • Garrafas sonoras, com grãos, macarrão, clipes de papel, botões, arroz, conchas ou palitos de dente;
  • Garrafas com água gelada e água morna;
  • Garrafas com “movimento”, em que grãos ou pequenos objetos flutuam na água, no gel ou mesmo no ar (no caso de penas e ou flocos de isopor);
  • Garrafas com pequenas reações químicas, como água e óleo ou água e um pouco de detergente (que causará espuma assim que for chacoalhado).
E por aí vai, é só dar asas à imaginação.
Idade indicada:
  • A partir de 1 ano de idade, sempre com a supervisão de um adulto.
Cuidados:
  • As garrafas precisam ser bem lavadas por fora, já que crianças menores podem colocá-las na boca;
  • Garanta que as tampas estão bem fechadas e lacradas com fita adesiva, para não se abrirem durante a atividade – caso isso ocorra, retire aquela garrafa de circulação para que o conteúdo não seja ingerido!

Dicas e atividades com o tema Carnaval





terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Atividades para os primeiros dias de aula de 0 a 4 anos


ATIVIDADES PARA O PERÍODO DE ADAPTAÇÃO
PERCEPÇÃO CORPORAL

Tempo: De 15 a 30 minutos.
Espaço: Sala ampla ou jardim.
Idade: A partir de 1 ano.
Material: Colchonetes

Objetivos: Relaxar; estimular o sentido do tato e o autoconhecimento corporal; e descobrir o prazer no movimento.
Descrição:
Estimule as crianças a deitar em diferentes posições para perceber partes do corpo. Faça perguntas como: o que está encostando no chão? Quem está sentindo a perna? Quem está com o braço todo apoiado?




Faz de Conta

Tempo: 1 hora.
Espaço: Sala de aula ou área aberta.
Idade: A partir de 2 anos.
Material: Fantasias diversas, roupas do cotidiano de crianças e adultos, panos e retalhos de diversos tamanhos, chapéus, perucas, adereços, fantoches, blocos de espuma e almofadas.

Objetivos
Canalizar a agressividade natural para a experiência lúdica.
Descrição
Estimule a brincadeira com figuras como um lobo ou um monstro. No faz-de-conta, a criança enfrenta aquilo que gera medo – sentimento muito ligado à agressividade. Os outros materiais podem ser usados para fazer cabanas ou muros para se proteger. Entre na brincadeira sempre que sentir a necessidade de interferir, como no momento em que perceber algum conflito. As crianças devem expressar o medo e a agressividade, sem se machucar ou bater no outro.

Brincadeira de Massinha                                                                                                                                                                                                                               
Tempo: De 10 a 20 minutos.
Espaço: Sala de aula.
Idade: De 1 a 3 anos.
Material: Farinha, água, anilina comestível, copos e forminhas com desenhos variados.

Objetivos
Experimentar as transformações e a plasticidade do material, observar diferenças de cores e texturas.
Preparação
Faça a massinha em sala de aula, com a participação das crianças, misturando todos os ingredientes em uma tigela. Elas podem colocar a anilina, observando a mistura da cor na massa branca. Amasse bem até que fique boa para modelar. Conserve-a em um saco plástico para reutilizar outras vezes.
Descrição
Estimule as crianças a manipular a massa livremente, com ou sem o auxílio das fôrmas.


Cantinhos de Brincadeiras

Idade: A partir de 4 anos.
Tempo: De 1 a 2 horas.
Espaço: Sala de aula.
Material: Indicado depois de conversa com os pais.

Objetivo
Adquirir segurança por meio da vivência do que já é conhecido.
Descrição
Pergunte aos pais das crianças quais são as brincadeiras de que elas mais gostam. Depois desse levantamento, agrupe as atividades que mais se assemelham às mencionadas em cantos distintos espalhados pela sala. Exemplo: num espaço, você pode colocar mesinhas com papéis e lápis para desenhar, deixando que se reúnam lá as crianças que gostam desse tipo de atividade. Em outro canto, agrupe carrinhos de brinquedo; no meio da sala, ponha bonecas. As crianças procurarão as atividades a que estão acostumadas em casa, sentindo-se seguras. Pode-se também, simultaneamente, apresentar uma nova atividade num outro lugar da sala.



MEU NOME É...

Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda.
Peça que cada uma identifique seu nome.

Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes.

Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares).

Agrupe as crianças de acordo com as afinidades.
Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome.

Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá.
Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural.
Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências.


Turismo na escola

Se a sua turma for de 1ª a 4ª série, divida os alunos em grupos. Esse é um bom momento para integrar os novatos. 
Deixe-os junto aos veteranos, que devem se comportar como verdadeiros guias e anfitriões. Em cada folha de papel, descreva um local da escola, coloque os textos em uma caixa e organize um sorteio. Cada grupo retira um papel e tenta adivinhar qual é o local descrito. 
Em seguida, desafie os grupos a encontrar os locais sorteados. Chegando ao destino, os alunos desenham o ambiente com o máximo de detalhes, escrevem o nome dos funcionários que trabalham lá e a sua função. 
De volta à classe, os grupos trocam observações e registros e expõem suas produções. Num segundo momento, peça a eles que produzam um mapa da escola (com a sua ajuda, é claro) numa folha de cartolina. Em cada local específico do mapa, os desenhos são fixados. Estimule os grupos, nos dias seguintes, a visitar as dependências que ainda não foram percorridas. 
Em turmas de 5ª a 8ª séries, a garotada pode fotografar esses lugares e fazer entrevistas mais longas com os funcionários. 
Nesse caso, você não precisa fazer o mapa e pode pedir textos detalhados sobre os diversos “pontos turísticos” da escola.


Recomendado para: 1ª à 8ª séries




Chega mais

Objetivo: O objetivo dessa dinâmica é a aproximação com as pessoas, conquistar confiança e principalmente o respeito.

Os alunos deverão andar soltos pela sala ou pátio ouvindo uma música. O Professor dará os comandos no momento em que pausar a música. Poderá iniciar pedindo que cada um cumprimente com um aperto de mãos o colega que estiver à sua frente. A música volta a tocar e ao pausá-la novamente poderá pedir que cumprimente o colega que está à sua frente dando tapinhas no ombro ou nas costas, e assim por diante até terminar em um forte abraço.


Recomendado para: 1ª à 8ª séries


Grande Abraço

Coloque uma música de fundo e peça para que os alunos andem aleatoriamente.
Sem seguida peça para que formem duplas e após pedir para que se abracem. Devem voltar a caminhar só que agora em duplas. Como próximo comando pedir para que as duplas se abracem formando grupos de quatro integrantes e assim sucessivamente até formar um grande abraço com toda a turma.


Recomendado para: 1ª à 8ª séries