sábado, 12 de maio de 2012

Mural em Homenagem as Mães



                                    Pesquisa feita na internet

sábado, 26 de novembro de 2011




Vem que está chegando o Natal



IDÉIAS DE NATAL

Hoje em dia vemos muitas idéias para reciclar cd's usados...olha umas dicas para decoração de natal








Olá amigos e amigas!!!

Um post sobre Guirlandas não podia faltar né ????




Esta é boa para uma troquinha de natal... use aquelas balas de morango, mas fica linda e gostosa também com bombom



Esta guirlanda foi feita com pratinho descartável e retalhos de papel de embrulho, fitas, papel de bala, de bombom... é reciclagem mesmo ! Retire o 'miolo' do pratinho, chame a garotada e mãos à obra.

Claro que não poderia faltar uma guirlanda de botões... ai que lindaaaa!!!






Guirlanda de bala de goma...hum...adoro...



Guirlanda de Marshmallow






Guirlandas de Papel e lantejolas



Árvores e guirlanda feita com argolas de papel.
Idéia super criativa não é mesmo? Ótima para ser trabalhada com seus alunos.




Dica para os Professores de Ed. Infantil

NOSSA QUANTO TEMPO !

EU NÃO ENTRO NO MEU BLOG, TINHA PERDIDO A SENHA...MAS GRAÇAS A DEUS

CONSEGUI LEMBRAR...SERÁ A IDADE CHEGANDO...RSRS

APESAR NO ANO LETIVO ESTA TERMINANDO VOU POSTAR ALGUMAS COISINHAS MUITO DEZ PRA VOCÊS AMIGOS.
BJINHOS...


GARRAFAS DE 2 LITROS DE AMACIANTE UMA ÓTIMA DICA PARA ORGANIZAR NA MESA DOS PEQUENOS

quarta-feira, 10 de março de 2010

Educar






Entenda o seu aluno, se ele não esta se comportando bem existe algum problema.
Observe apesar da nossa rotina agitada, cada aluno tem sua personalidade, seu problema, sua dificuldade.



Educar com amor...faz toda a diferença.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Alimentarte..

A DIFERENÇA DO OVO
No alimentarte as crianças aprendem sobre os alimentos e a importancia deles...
Mostrando o ovo por fora faz com que as crianças mexam, e abrindo mostra como é por dentro, a diferença entre as clara que é quase transparente e a gema que é amarela.

DICAS DE ATIVIDADES PARA MÃES






























quinta-feira, 27 de março de 2008

Criança...


É fundamental que o professor construa vínculos a partir da interação com a criança, através do diálogo, respeitando a forma de manifestar-se dessa criança, percebendo-a como um ser competente.



Para que isso ocorra é necessário que haja uma abertura por parte do professor para as múltiplas linguagens das crianças e para o lúdico, características da cultura infantil que permeiam todas as suas manifestações.
Enfim, cabe ao professor da Educação Infantil levar em conta as características das crianças e reconhecer as necessidades infantis e seus direitos.

Páscoa - Uma época para usar e abusar da criatividade.



















Cesta para colorir, montar e depois coloque bombons












Lá vai uma programação da semana da páscoa:








Segunda-feira: fazer para as crianças levarem: bexiga cheia embrulhada no papel celofane, para dar a impressão de um ovão de páscoa. É rápido e fácil. Não se esqueça de fazer a caça aos ovos, pode-se utilizar os próprios ovos de bexiga ou até mesmo ovinhos pequenos de chocolate, esconda os pela escola, marque pegadas de coelho pelo chão e deixe que as crianças se divirtam procurando os ovos.















Terça-feira: nada mais engraçadinho do que a velha e tradicional máscara de coelho feita com cartolina, inove e vá atrás de máscaras diferentes e encrementados, modelos é o que não faltam. Faça uma aula de culinária: derrata uma barra de chocolate e espalhe em forminhas de bombonzinhos, endurece rápido e as crianças podem comer à vontade e o que sobrar, levar para casa. Também pode ser feito um bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Eles adoram se lambuzar e ajudar.















Quarta-feria: cesta de coelhinho feita com cartolina com ovinhos de chocolate dentro, existem vários modelos e não exigem muito material. Mas não existe cesta de ovinhos sem coelhinho, por isso, esse é um dia ideal para fazer aquela fantástica pintura de coelho no rosto das crianças, elas adoram! (dica: use lápis próprio para pintura de rosto da faber-castell)















Quinta-feira: faça outro modelo de máscara de coelho, mas desta vez use E.V.A., fica super engraçadinho e as crianças adoram! E esse é o grande dia para levar para casa um ovão de chocolate de verdade. Leve para sua escola uma pessoa fantasiada de coelho da páscoa, peça para fazer brincadeiras e distribuir os ovos, as crianças ficam encantadas com o coelho. Uma brincadeira para ser feita nesse dia é: Toca do Coelho.















OBS: Não se esqueça de TODOS os dias cantar com as crianças músicas de páscoa:"Coelhinho da páscoa o que trazes pra mim...""De olhos vermelhos, de pelos branquinhos..."
Espero que tenham gostado, se precisarem dos moldes ou qualquer dúvida, me procurem.






























sexta-feira, 7 de março de 2008

A chama do amor em seu coração de professor



"...Ser professor é um privilégio. Ser professor é semear em terreno sempre fértil e se encantar com a colheita. Ser professor é ser condutor de almas e de sonhos, é lapidar diamantes."


(Gabriel Chalita em: Educação, a solução está no afeto)

COMO FABRICAR PAPEL MACHÉ


MODO DE FAZER:

1 - Rasgue o jornal em tiras estreitas.
2 - Pique as tiras em pedacinhos.
3 - Coloque em um recipiente com água quente e deixe de molho por 24 horas.
4 - Triture no liqüidificador. Coe e torne a coar, amassando com as mãos até ficar uma massa consistente.
5 - Acrescente cola (1 colher de sopa para cada folha dupla de papel). Amasse com as mãos.
6 - Torne a coar, amassando com as mãos, até ficar consistente.
7 - A massa de papel deve ser trabalhada com os dedos, modelando com cuidado. Para cortar e marcar, use uma espátula ou palito de dentes.
8 - Para pintar, espere a peça secar completamente (cerca de 3 dias) e utilize tinta plástica.

SUGESTÕES DE UTILIZAÇÃO:

Juntamente com os alunos fabricar enfeites de lápis, imã de geladeira, enfeite de clips, enfeites de pregadores de roupa, tiaras e fivelas, porta retratos, etc...

Ei não esqueça de deixar um comentário...




Nossas letras são assim...

Procedimentos para conhecer o traçado dos caracteres do alfabeto
Depois de proporcionar várias situações de convivência com as letras, nas quais as crianças possam sentir, através do tato, as suas variadas formas e montar com elas algumas palavras como, por exemplo, seus nomes, o professor pode propor um trabalho mais formal de aprendizagem, com vistas ao domínio das formas gráficas das letras, para que o alfabetizando se aproprie definitivamente do alfabeto - chave para a utilização do código lingüístico, na escrita.


Esse apropriar-se do alfabeto tem um sentido muito amplo que objetiva:• identificar a letra, seu nome e sua forma;• comparar as letras para estabelecer as relações de semelhanças e diferenças entre elas, sob o ponto de vista da forma gráfica e, posteriormente, dos sons;• classificar as letras segundo as formas que elas apresentam.
Compete ao professor oportunizar situações que venham a facilitar o alcance destes objetivos e a conseqüente construção de estruturas mentais que favoreçam o desenvolvimento de habilidades e sirvam de suporte à aprendizagem da leitura e da escrita.


Para facilitar essas construções, cabe ao professor chamar a atenção para os tipos de traços que formam cada letra, auxiliando os alunos para que possam nomeá-los e classificá-los, incentivando-os a criarem uma nomenclatura que identifique cada traçado.


Por exemplo:• letras com traços de pé;• letras com traços deitados;• letras com traços inclinados;• letras com curvas;• letras com pontas etc.É conveniente que o professor use o vocabulário que surgir das crianças, adequando-o, se necessário.As denominações e conseqüentes classificações vão sendo feitas pelas crianças com o auxílio do professor.
Material utilizado:As crianças poderão trabalhar com alfabetos de plástico, madeira ou papelão.
Os alfabetos de papelão podem ser confeccionados pelo professor, utilizando caixas de sapatos ou outras encontradas em supermercados.
É preciso tomar cuidado na confecção de cada uma das letras, para que elas estejam corretamente traçadas. Além disso, é necessário que a face correta da letra seja identificada através de um colorido.
Esse colorido pode ser feito pelo professor juntamente com os alunos.
A atividade de colorir o lado correto da letra constitui-se num contato próximo, quase íntimo com ela.
O colorido, por sua vez, vai permitir que o aluno identifique o lado correto ao manusear a letra e não o inverso e, conseqüentemente, fixe sua forma correta.


Procedimento em aula:Com os alunos dispostos em grupos, para que possam trocar opiniões, manuseando e comparando as letras, o professor vai lançando perguntas, questionando-os, fazendo com que eles se manifestem e estabeleçam conclusões a respeito dos tipos de traços que formam cada letra.


Exemplo: - Vamos observar a letra A? Ela tem:- traços de pé?- traços deitados?- traços inclinados? - curvas? - pontas? - como ela se apresenta?


Para registrar essas observações e para que as letras fiquem classificadas de forma organizada, o professor pode propor a elaboração de um livrinho, que terá tantas páginas quantas forem as classificações encontradas pelas crianças.

Uma folha mimeografada ou xerocada dá para 4 páginas do livro.
EXEMPLO:Letras com traços deitadosA E F...Letras com curvasC D G...Letras com traços de péB D E F H l L...Letras com pontasA M N...


Cada página do livro é feita da seguinte maneira: o professor entrega, por exemplo, a folhinha com o título Letras com traços de pé. As crianças observam todas as letras, em ordem alfabética, e vão selecionando as que têm traços de pé.


Os grupos comparam quais as letras que foram selecionadas e que, portanto, pertencem a esta classificação. Se houver alguma divergência, o professor pode propor que todos juntos analisem a situação até que se chegue a um consenso.Cada um escreve as letras selecionadas na sua folhinha.


O trabalho prossegue, enquanto houver interesse por parte dos alunos. O professor pode combinar com eles que se elabore duas páginas por dia até montar o livrinho.


Não se pode esquecer de inventar um título para o livrinho que pode ser: Nosso Alfabeto ou Estudo das Nossas Letras ou Nossas Letras São Assim e colocá-lo na capa que pode ser ilustrada com uma técnica artística interessante.

LARANJA NA CESTA


OBJETIVOS:
1- Estimular a construção do número de O a 10.
2- Estímulo à construção do número pela contagem feita pelo esquema um a um, no uso da relação de um objeto associada à soma de pontos apresentados pelos dois dados, ao todo.
3- Conceitos de mais e menos e de maior e menor.
4- Conceito de esvaziamento relacionado à operação tirar.
5- Desenvolvimento da atenção e da disciplina.
6- Reconhecimento dos direitos alheios e respeito às regras impostas pelo grupo.
Números de Jogadores:Quatro jogadores, sendo indispensável a presença do adulto participante, menos nas primeiras vezes.
MATERIAL:
1. Um campo desenhado sobre uma cartolina, com quatro laranjeiras, com dez laranjas cada árvore.
2. Uma cesta com dez espaços destacados é desenhada ao lado de cada laranjeira.
3. Dez fichas, de cor laranja, marcam as frutas sobre cada árvore no início da partida (40 fichas ao todo).
4. Um copo e um dado.
OBSERVAÇÃO:
As fichas, de cor laranja ou amarelas, podem ser substituídas por laranjinhas, de massa de papel e cola, feitas pelas crianças ou por botões de roupa com esse formato.
REGRAS:
l. Um dos participantes, escolhido pelo grupo, por critério decidido entre eles, inicia a partida.
2. De acordo com o número apontado pelo dado, o jogador retira as laranjas de sua laranjeira e as coloca sobre a cesta desenhada ao lado.
3. O jogo continua até que um dos jogadores consiga encher sua cesta.
4. Vence o jogador que conseguir colher primeiro todas as suas laranjas. É comum continuarem jogando para ver quem "ganha" em segundo lugar e também em terceiro.
PISTAS E DICAS QUE AUXILIAM A IDENTIFICAR OS ESQUEMAS DE RACIOCÍNIO EMPREGADOS
Reações típicas sensório-motoras, anteriores a 4 anos:
1)- Mesmo que eventualmente, se mostre interessada pela brincadeira, ela não consegue relacionar o número de pontos do dado ao número de laranjas.
2)- Mesmo que aparentemente, consiga entender a regra do jogo, ela não relaciona o número de pontos do dado, com exatidão, ao número de laranjas a ser retirado.A contagem recitativa não corresponde ao número de objetosapontados. O prazer é exclusivamente sensório-motor, de manipulação de peças.
Reações típicas pré-operacionais de 4 a 5 anos e meio:
1)- A contagem das laranjas é realizada em confronto direto com o número de pontos apontados pelo dado, um a um. Esse fato nos mostra que essa criança não construiu ainda o conceito de número, ela não associa a expressão oral, o termo falado, a uma quantidade definida.
2)- A contagem recitativa é forte e marcada pelo ritmo da frase melodiosa e geralmente acompanhada com os dedos, apontando, um a um, os pontinhos do dado. A mesma contagem melodiosa é repetida e acompanha a ação de retirada das fichas (laranjas), uma a uma. Havendo interrupção da contagem recitativa, a criança se perde e precisa começar tudo do início, uma prova de que ela ainda não conserva a imagem mental do número.
3)- Enquanto a criança manifestar essa forma de procedimento, ela mostra não ser ainda capaz de operar o total. Ela é pré-operacional, de primeiro nível, ainda muito apegada à percepção visual e tátil. A motivação do jogo é fundamentalmente a de manipular objetos, prazer sensorial.
Reações típicas pré- operacionais a partir de 5 ou 6 anos:
1)- A aferição do número mostrado pelo dado já é realizada com maior autonomia, mais desprendida da contagem, um a um, dos pontinhos mostrados.
2)- A contagem das laranjas, embora ainda apoiada na recitação dos números na sua ordem natural, é mais fluente e desprendida da comparação rígida ao número de pontos mostrados pelo dado. Não exige aproximação.
3)- A criança pré-operacional de segundo nível já demonstra emoção, comparando o seu resultado dos outros jogadores. Percebe quem está ganhando e se excita muito com o sentimento antecipado de uma possível vitória. Já existe uma cooperação mútua nascente. Já há uma saída do seu egocentrismo inicial.
4)- A partir do que ela vê e manipula, ela consegue pensar e criar expectativas, mas ainda é pré-operacional.
CONCLUSÃO:
Será, portanto, absurdamente, inadequado e, de todo inútil, submeter uma criança, que ainda não consiga conservar o número e não opere, à realização de “continhas" armadas no papel. A Escola Natural, por mim defendida, só admite que o registro escrito seja feito quando ele puder ter um significado conceituai estabelecido, sobre o qual se assente. Antes disso, escrever e fazer continhas (precocemente) é desaconselhável por ser prejudicial ao desenvolvimento do raciocínio. Leva a criança a memorizar respostas prontas, com o intuito, exclusivo, de agradar ao adulto. Esse processo gera automatismos, criados com o fim de evitar a necessidade raciocinar.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Vamos trabalhar as emoções?




Estas fotos são de um site q encontrei.
Foi confeccionado em E.V.A. Ótimo para saber como estão seus alunos quando chegam na escola.



Sugestão para decorar a sala de aula



                        CALENDÁRIO PARA COLOCAR NA SALA

               
                                       

                   PAINEL DE CHAMADAS DE ALUNOS PRESENTES


                     PAINEL DE PORTA DO BERÇARIO II-A



MURAL DE ANIVERSARIANTES
                                           

                                DECORAÇÃO


Você sabe o que significa Páscoa?



A primeira comemoração da Páscoa foi há muito tempo, quando o povo hebreu era escravo no Egito e Deus queria libertá-lo.
A primeira Páscoa foi comemorada numa ceia por pessoas que adoravam a Deus. O prato principal foi cordeiro assado. O cordeiro foi importante porque a morte ia passar por lá aquela noite e Deus livraria as pessoas que marcassem a porta de suas casas como sangue do cordeiro. Esse é o significado da Páscoa: passagem. Porque a morte passou e não os atingiu. A vida ficou. Páscoa é a celebração da vida!

Uma vida livre, pois Deus libertou o seu povo!
Isso tudo seria indiferente para nós, se não fosse uma forma de Deus mostrar como Ele faria para nos libertar da escravidão do pecado que gera a morte!
Todos nós nascemos com um desejo de pecar, fazer coisas que fazem mal para nós mesmos e para os outros, e isso nos afasta de Deus e O deixa triste, porque Ele nos ama muito. Pecado é por exemplo: mentir, desobedecer aos pais, colar nas provas (= enganar), falar palavrões...
Deus mostrou que o sangue de um cordeiro livraria os hebreus da morte, por isso nos enviou seu filho Jesus, que foi levado à cruz como cordeiro, para com seu sangue nos libertar. No domingo em que os hebreus comemoravam a libertação do cativeiro no Egito, Jesus ressuscitou. A vida estava sendo celebrada e a vida de Jesus foi restaurada!
Deus diz que se você crer que Jesus morreu em seu lugar, para te livrar da conseqüência da desobediência, você pode ter uma vida livre e eterna!

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

ALIMENTAÇÃO


O QUE É FOME ?



Objetivo 1:Compreender por que precisamos de alimentos



Conteúdo



A cadeia alimentar começa com as plantas e os animais menores, passa pelos animais maiores até chegar aos seres humanos.



Atividades


Peça às crianças que pensem em algum animal que não precise de alimentação.
Circule entre elas ou mostre-lhes a figura Todos nós precisamos de alimentos e oriente-as para que listem oralmente ou por escrito os alimentos comidos pelas pessoas e animais que aparecem no desenho. A figura pode ser também colorida.
Discuta com as crianças que todos os animais e pessoas representados na imagem Todos nós precisamos de alimentos comem alimentos diferentes e necessitam nutrientes diferentes, mas todos necessitam nutrientes para manter-se saudáveis.

A cadeia alimentar pode ser representada solicitando-se às crianças que desenhem uma pequena imagem de uma planta, um peixe, um animal pequeno, um animal grande, ou uma pessoa e que prendam o desenho na roupa ou o mantenham na mão.

Objetivo 2:Saber que precisamos de muitos alimentos diferentes


Conteúdo

Mesmo se dispomos de alimentos suficientes para atender às nossas necessidades energéticas, é possível que não tenhamos boa saúde se não conseguirmos os diferentes alimentos que necessitamos. Dado que os distintos nutrientes se encontram em alimentos diferentes, devemos ter acesso a muitos alimentos diferentes para obtermos tudo aquilo que necessitamo.



Atividades


Diga às crianças que as pessoas das distintas regiões do mundo têm formas diferentes de alimentar-se. Faça circular entre as crianças ou exiba a figura.
Nós precisamos de muitos alimentos diferentes e descreva a refeição que foi servida a essa família. Ela é composta de uma grande quantidade de um alimento básico.
Pergunte às crianças de que alimento se trata (arroz, mandioca ou batata) e que outros alimentos vêem em quantidades menores (frutas, carnes, verduras ou molhos).
Diga aos alunos que é deste modo que se alimenta a maior parte das pessoas do mundo. às crianças como é a alimentação delas e se também consomem um alimento básico acompanhado de quantidades menores de outros alimentos, igual à família da figura.

Utilizando a figura como referência, peça às crianças que confeccionem uma lista dos alimentos básicos e complementares locais. Peça a eles que listem os alimentos complementares de que podem se lembrar e explique que dispor de muitos alimentos diferentes ajuda a manter a saúde e a crescer.
Sua própria versão da figura disponibilizada pode ser criada a partir de um desenho ou recortando fotos e figuras de alimentos básicos e complementares locais.





Objetivo 3: Saber quem são os que passam fome no mundo



Conteúdo


A fome existe por muitas razões. Fome significa não dispor da variedade de alimentos necessários, em quantidade suficiente, para satisfazer nossas necessidades nutricionais. A fome é um problema em todo o mundo. Em todos os países e regiões existem pessoas que não têm alimentos suficientes.

Atividades


Mostre a imagem Mapa da fome no mundo, que indica áreas com problemas graves de fome e desnutrição.
eça às crianças que pensem em um mundo onde todas as pessoas disponham de alimentos suficientes.
Peça aos alunos que façam um desenho desse mundo onde há alimentos abundantes e não existe fome e coloque-os em exposição em espaços da escola ou em prédios públicos da comunidade.
Diga aos alunos que as pessoas podem passar fome por muitas razões, e que é necessário um grande empenho para se resolver o problema.